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Glaucoma Congênito

A criança e o glaucoma – segunda parte

Vimos na primeira parte deste artigo que o Glaucoma Congênito causa o crescimento acelerado dos olhos, fazendo com que eles fiquem desproporcionais. Esta alteração bloqueia a passagem do humor aquoso pelas câmaras dos olhos, elevando a pressão intraocular e prejudicando o nervo ótico.

Como o glaucoma em crianças responde mal à medicação, a única forma de diminuir a pressão intraocular é realizando a cirurgia o mais rápido possível. A cirurgia abre uma nova via de drenagem para o humor aquoso.

E o que acontece com a visão da criança?

A participação dos pais é fundamental nos procedimentos pós-operatórios para a melhora da visão das crianças já que a cirurgia não é a última, mas apenas uma das medidas a serem tomadas para o tratamento do Glaucoma Congênito.

Próximos passos:

Após a cirurgia, a criança deverá ser avaliada com a seguinte frequência:
- diariamente na primeira semana;
- uma vez a cada sete dias, da segunda à quarta semana;
- quinzenalmente no segundo mês;
- a cada três meses nos dois anos seguintes;
- e a cada seis meses posteriormente.
- em cada caso são observadas as suas particularidades e o esquema acima pode mudar.

Durante as avaliações, a pressão intraocular será aferida. No início esse controle será feito sob anestesia e auxiliado por exame de ultrassom (estudo do crescimento ocular), que ajuda a observar a possível reincidência da pressão alta.

Os exames de grau (refração) e o teste de acuidade visual pelo Método de Teller (para crianças em idade pré-verbal) deverão ser refeitos. Em caso de baixa visão, a criança será encaminhada para a EVP (estimulação visual precoce).

A reabilitação visual vai depender também de uma boa prescrição de óculos, das suas trocas regulares e do empenho em usar o tampão (quando houver necessidade).

Na maioria dos casos, após o controle da pressão intra-ocular, conseguimos observar uma redução no tamanho dos olhos, redução significativa do edema corneano e também da escavação do nervo óptico. É muito comum que os próprios pais relatem a melhora da visão de seus filhos para o oftalmologista.


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A criança e o glaucoma – segunda parte

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