Aumentar Tamanho do Texto Tamanho do Texto Selecionado
HOME
Clique em um dos links abaixo
DESENVOLVIMENTO DA VISÃO
CONJUNTIVITES
ALERGIAS
TOXOPLASMOSE
RETINOBLASTOMA
DOENÇAS INFECCIOSAS
AMBLIOPIA
CATARATA CONGÊNITA
GLAUCOMA CONGÊNITO
VISÃO SUBNORMAL
MÁ-FORMAÇÕES
LACRIMEJAMENTO - VOCÊ ESTÁ AQUI
Clique em um dos links abaixo
PRINCIPAIS PROBLEMAS
RETINOPATIA DA PREMATURIDADE
EXAMES OCULARES
CIRURGIAS OCULARES
NOTÍCIAS
ARTIGOS
APRESENTAÇÃO A MÉDICA FALE CONOSCO ACESSO
Lacrimejamento

Principais dúvidas sobre o lacrimejamento no bebê

Por que o olho do meu bebê lacrimeja?
Existem algumas razões para que ocorra o lacrimejamento logo no início da vida do bebê. A mais comum, e do dia-a-dia do oftalmopediatra (6% dos bebês nascidos), acontece porque a criança não tem o ducto lacrimal totalmente aberto logo ao nascimento. Alguma coisa impede o bom escoamento da lágrima do olho até a boquinha da criança.

A lágrima nasce na região temporal do olho (onde está a glândula lacrimal) e viaja através do sulco da pálpebra inferior. Com o nosso pestanejar ela vai parar no nariz e dali segue para o aparelho digestivo. O tempo todo, nós estamos engolindo a lágrima produzida em nossos olhos. Qualquer obstrução ou atresia (estreitamento) desta via causa acúmulo de lágrima e até secreção, com conjuntivites e dermatites de repetição.

Este ducto pode abrir espontaneamente após o nascimento?
Sim. Isso poderá ocorrer a qualquer tempo até mais ou menos um ano de idade.

Como proceder até que isso ocorra?
Na maioria dos casos, um dos olhos está perfeito e o outro lacrimeja, tem os cílios umedecidos e está sempre molhadinho (sujinho). As mães ficam muito perturbadas porque seu bebê parece não estar sendo bem higienizado e gostariam que uma solução fosse providenciada logo. Porém, temos de respeitar a natureza e acompanhar com intervalos regulares.

O oftalmologista avaliará, para cada caso, o tempo de retorno para controle até mais ou menos seis meses de idade. Após este tempo, dependendo de como se apresentam os sintomas e sinais clínicos da obstrução, poderá continuar com os cuidados clínicos ou encaminhar para avaliação pré-anestésica com o intuito de fazer dacricistografia (RX contratado das vias lacrimais, sob anestesia geral) e, a seguir, a cirurgia de dilatação das vias lacrimais.

Na maioria dos nossos casos os sintomas são brandos e pode-se controlar clinicamente até nove meses a um ano. Se nesse período não se resolveu naturalmente o lacrimejamento, indicamos a dilatação das vias lacrimais.

A massagem é válida?
Sim, a massagem feita dentro da técnica, juntamente com limpeza da secreção, ajuda muito durante todo o tempo de espera. A mãe é orientada de como deve fazer a massagem e também de como deve proceder a limpeza.

A massagem bem feita, acredita-se, ajuda a romper a membrna de Haz, que fica no final do canal lacrimal e com isso resolve todo o problema. Mas outro bom motivo para a massagem é manter as vias limpas pois, quando não ocorre a passagem livre da lágrima, ela se represa, o muco acumula e a conjuntivite acontece, assim como a dermatite no epicanto externo (por irritação). A limpeza com gaze umedecida na água previamente fervida (morna) aumenta o conforto durante esta fase de espera.

Por que dos retornos e controles durante a fase de espera?
Mesmo com todos os cuidados pode ser necessário o uso de antibiótico colírio.


Imprimir  


Principais dúvidas sobre o lacrimejamento no bebê

O conteúdo deste site tem fins informativos e não pretende
substituir a consulta ou tratamento oftalmológico
Política Copyright Sitemap Sintonia Comunicação